Dias de ter medo, de ver uma das poucas coisas que pra mim sempre foi certeza na vida podia ruir;
dias de chorar, por ver chorando uma das pessoas mais importantes e incríveis que conheço nesse mundo;
dias de me preocupar, e desgastar, e tentar entender porque a vida algumas vezes insiste em complicar tanto, quando tudo poderia ser tão mais simples.......
dias em que mal conseguia me concentrar em facul (mesmo com prova com carga gigantesca de matéria a estudar que tive na 4ª feira), porque a torrente de pensamentos e angústias e medos e alegrias e vontades de acreditar que vai ficar tudo sempre bem aqui dentro é interminável, incontrolável, intermitente e irritantemente perturbadora.
Mas também dias em que algumas coisas salvaram, mostraram que não sou essa boba que julgo ser por ainda ter essa alma polianóide e essa crença absoluta de que tudo sempre vai ficar bem. Amigos queridos, conversas de tentar entender o mundo, tardes de ficar com sister ouvindo legião, entendendo o quanto renato russo tinha razão e entendia tão melhor do que eu meus próprios sentimentos.
A frase em que mais pensei essa semana, e que no fundo sempre foi uma das minhas “frases tema”, do tipo que define perfeitamente quem sou, é dele: “tenho um vício de insistir, nessa saudade que eu sinto....... de tudo que eu ainda não vi”


