Os dias andam cheios-cheios-cheios..... Mas bons também, divertidos, inspirados, com amigos, com risadas, com papos inacreditáveis no bar do antônio....
Estou fazendo observação de aulas numa turma de 6a série, coisa da faculdade, e adorando. Cansativo pra caramba (chego a cansar junto com a professora, só de ver) - porque com 11 anos tudo é muito mais superlativo do que nos early twenties - mas é muito legal. Acho que gosto mesmo muito de pessoas, não tem jeito. Até mesmo dessas "mini" pessoas tagarelas.
Adoro lojas americanas. É uma das pequenas alegrias da vida: a gente vai lá, dá umas voltinhas despretensiosas, olha esmaltes, maquiagens baratas, chocolates, barrrinhas de cereal, marcas diferentes de bolinhos prontos, olha revistas, olha cadernos, cds, dvds, olha de tudoooo (inclusive aquilo de que não se precisa), compra meia dúzia de bugigangas úteis e divertidas - e baratinhas - e sai se sentindo com a alma quase lavada.
Pra lavar de vez a alma, só banho mesmo, e um pouco de sofá enquanto se toma um café com leite.
Post meio sem sentido, mas não tem problema. Pra mim faz todo sentido do mundo, porque tudo anda bem ultimamente, após breve período de turbulências.
Wednesday, April 29, 2009
Tuesday, April 21, 2009
Feriado começou péssimo, com a pessoa que vos fala quase tendo um ataque de choro - o que é super raríssimo, mas tem uma hora que a gente cansa, não?
Não se preocupem, nada mt sério, apenas a junção de alguns fatores, alguns problemas que vieram como pedras no meu caminho, e que teriam de ficar em stand-by por causa desse feriadão. Odeio isso, gosto de resolver logo - imaginem, cheguei a ter raiva do feriado!! o.O
Acabei ficando mais tranquila, consegui descansar um pouco, relaxar, dei minha aula no sábado, adiantei algumas coisas da facul, sai um pouco com a família (poa-almoço-sorvete-voltas no shopping. programa típico feriadão na cidade), desanuviei um pouco (porque a nuvem de chuva em cima da minha cabeça estava cinzentíssima).
Acabou que esses quase 4 dias me fizeram muito bem, estou tentando trabalhar um pouco a minha tendência a levar alguns problemas específicos a sério demais, o que é difícil, em se tratando de mim. Mas eu tento. Minha vida é leve e alegre (nossa, que expressão doriana) como jamais imaginei que um dia se tornaria, mas eu insisto em deixar que algumas pedrinhas se metam no meu caminho. Teimosia e mania de drama típicos dos leoninos - e olha que não costumo ser nada típica.
Não se preocupem, nada mt sério, apenas a junção de alguns fatores, alguns problemas que vieram como pedras no meu caminho, e que teriam de ficar em stand-by por causa desse feriadão. Odeio isso, gosto de resolver logo - imaginem, cheguei a ter raiva do feriado!! o.O
Acabei ficando mais tranquila, consegui descansar um pouco, relaxar, dei minha aula no sábado, adiantei algumas coisas da facul, sai um pouco com a família (poa-almoço-sorvete-voltas no shopping. programa típico feriadão na cidade), desanuviei um pouco (porque a nuvem de chuva em cima da minha cabeça estava cinzentíssima).
Acabou que esses quase 4 dias me fizeram muito bem, estou tentando trabalhar um pouco a minha tendência a levar alguns problemas específicos a sério demais, o que é difícil, em se tratando de mim. Mas eu tento. Minha vida é leve e alegre (nossa, que expressão doriana) como jamais imaginei que um dia se tornaria, mas eu insisto em deixar que algumas pedrinhas se metam no meu caminho. Teimosia e mania de drama típicos dos leoninos - e olha que não costumo ser nada típica.
Wednesday, April 15, 2009
People, desculpem por usar a expressão "polianóide" com tanta freqüência e naturalidade, nem tinha me dado conta que podia ser algo desconhecido pra muitos de vcs. Pra simplificar: ser polianóide, para mim, significa ver o lado bom das coisas, inclusive (principalmente) das ruins.
Mas, explicando a origem......
Polianóide: (não sei se o acento continua ou não, mas ainda estou em fase de birra com a reforma ortográfica, então por enquanto me recuso a tirar tremas ou a escrever idéia sem acento); deriva de Polyanna, um livro que li quando era pequena e que tbm tem em filme, se não me engano.
Tem momentos que é meio exageradinho, ninguém consegue ser feliz o tempo todo (nem devia). Mas, como já passei por algumas fases difíceis na minha vida, que me fizeram sofrer horrores, um dia me dei conta que se eu não mudasse meu jeito de ver a vida elas não seriam só fases, mas sim uma constante. Acabei incorporando um pouco desse jeito bonito e otimista de ver as coisas, o que me não me torna alienada ou cega perante os problemas, mas sim alguém que os vê assim, como problemas, não como pontos finais ou precipícios. (Porque conheço muita gente que acha que pessoas felizes são necessariamente bobas e desinformadas, que quem sabe da realidade tem que estar sempre chorando pelos cantos. Pra mim isso é estupidez). Eu sou sim, mt feliz, na maior parte do tempo, e isso é uma luta constante, é verdade. Porque é muito mais fácil ser triste, se entregar aos problemas, se jogar num canto e desistir. A entrega torna tudo mais fácil. Eu me recuso. Claro que tbm choro e fico chateada quando as coisas vão mal, mas me levanto e tento ver o que há de bom no caos. Porque algo de bom sempre tem, mesmo que seja o aprendizado.
"O jogo do contente
Foi no ano de 1912 que a escritora americana Eleanor Hodman Porter lançou a novela intitulada Polyanna. A repercussão, na época, no mundo inteiro foi de uma impressionante onda de esperança, entusiasmo e otimismo.
A novela relata a história de uma menina, órfã de mãe, cujo pai encomenda para o natal uma boneca que ela estava pedindo há muito tempo.
Quando chegou a encomenda, contudo, para grande decepção da menina, o embrulho continha um par de muletas. Quando ela começa a chorar, o pai a consola dizendo que ela deve ficar contente. Contente por que? Desabafa ela. Eu pedi uma boneca e ganhei um par de muletas. Pois fique contente por não precisar delas.
A partir daí, o pai, muito sábio, estabelece o que ele chamaria o jogo do contente.
Assim, quando ele morre e Polyanna é entregue aos cuidados de uma tia amarga, carrancuda, exigente, em vez de sofrer com as maldades que ela lhe apronta, Polyanna encontra em tudo um motivo para ser feliz.
O quarto é muito pequeno? Ótimo, assim ela o limpará bem mais depressa.
Não existem quadros na parede, como havia em sua casa? Que bom, assim ela poderá abrir a janela e olhar os quadros da natureza, ao vivo.
Não tem um espelho? Excelente, assim nem verá as sardas do seu rosto.
Mais tarde, ela acabará conquistando para o jogo do contente a empregada e a própria tia, austera e má. "
-----------------------------------------------------------------
Desculpem o tempão sem escrever aqui, mas a facul está corrida e estou cheia de coisas pra fazer. A vantagem é que neste semestre a maioria das cadeiras é interessante, o que não torna estudar algo tão chato, porque acrescenta.
A vida anda bem: saí sábado à noite e bebi tequila e dancei até não poder mais, fui dar uma volta pelo centro e pelo iguatemi com um grande amigo ontem - com direito a sorvete mais maravilhoso do mundo e muito papo- e já estou melhor da minha gripe relâmpago, que apareceu do nada ontem e me deixou até com febre, mas que já está bem mais fraquinha agora, estou quase nova.
Estou cansada, durmo uma média de 4horas/noite (estou tentando mudar.....), mas gosto muito da vida que levo. E isso é uma questão de escolha. Eu decidi um dia que não ia deixar a vida simplesmente passar batida, e é isso que faz a diferença.
Mas, explicando a origem......
Polianóide: (não sei se o acento continua ou não, mas ainda estou em fase de birra com a reforma ortográfica, então por enquanto me recuso a tirar tremas ou a escrever idéia sem acento); deriva de Polyanna, um livro que li quando era pequena e que tbm tem em filme, se não me engano.
Tem momentos que é meio exageradinho, ninguém consegue ser feliz o tempo todo (nem devia). Mas, como já passei por algumas fases difíceis na minha vida, que me fizeram sofrer horrores, um dia me dei conta que se eu não mudasse meu jeito de ver a vida elas não seriam só fases, mas sim uma constante. Acabei incorporando um pouco desse jeito bonito e otimista de ver as coisas, o que me não me torna alienada ou cega perante os problemas, mas sim alguém que os vê assim, como problemas, não como pontos finais ou precipícios. (Porque conheço muita gente que acha que pessoas felizes são necessariamente bobas e desinformadas, que quem sabe da realidade tem que estar sempre chorando pelos cantos. Pra mim isso é estupidez). Eu sou sim, mt feliz, na maior parte do tempo, e isso é uma luta constante, é verdade. Porque é muito mais fácil ser triste, se entregar aos problemas, se jogar num canto e desistir. A entrega torna tudo mais fácil. Eu me recuso. Claro que tbm choro e fico chateada quando as coisas vão mal, mas me levanto e tento ver o que há de bom no caos. Porque algo de bom sempre tem, mesmo que seja o aprendizado.
"O jogo do contente
Foi no ano de 1912 que a escritora americana Eleanor Hodman Porter lançou a novela intitulada Polyanna. A repercussão, na época, no mundo inteiro foi de uma impressionante onda de esperança, entusiasmo e otimismo.
A novela relata a história de uma menina, órfã de mãe, cujo pai encomenda para o natal uma boneca que ela estava pedindo há muito tempo.
Quando chegou a encomenda, contudo, para grande decepção da menina, o embrulho continha um par de muletas. Quando ela começa a chorar, o pai a consola dizendo que ela deve ficar contente. Contente por que? Desabafa ela. Eu pedi uma boneca e ganhei um par de muletas. Pois fique contente por não precisar delas.
A partir daí, o pai, muito sábio, estabelece o que ele chamaria o jogo do contente.
Assim, quando ele morre e Polyanna é entregue aos cuidados de uma tia amarga, carrancuda, exigente, em vez de sofrer com as maldades que ela lhe apronta, Polyanna encontra em tudo um motivo para ser feliz.
O quarto é muito pequeno? Ótimo, assim ela o limpará bem mais depressa.
Não existem quadros na parede, como havia em sua casa? Que bom, assim ela poderá abrir a janela e olhar os quadros da natureza, ao vivo.
Não tem um espelho? Excelente, assim nem verá as sardas do seu rosto.
Mais tarde, ela acabará conquistando para o jogo do contente a empregada e a própria tia, austera e má. "
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Desculpem o tempão sem escrever aqui, mas a facul está corrida e estou cheia de coisas pra fazer. A vantagem é que neste semestre a maioria das cadeiras é interessante, o que não torna estudar algo tão chato, porque acrescenta.
A vida anda bem: saí sábado à noite e bebi tequila e dancei até não poder mais, fui dar uma volta pelo centro e pelo iguatemi com um grande amigo ontem - com direito a sorvete mais maravilhoso do mundo e muito papo- e já estou melhor da minha gripe relâmpago, que apareceu do nada ontem e me deixou até com febre, mas que já está bem mais fraquinha agora, estou quase nova.
Estou cansada, durmo uma média de 4horas/noite (estou tentando mudar.....), mas gosto muito da vida que levo. E isso é uma questão de escolha. Eu decidi um dia que não ia deixar a vida simplesmente passar batida, e é isso que faz a diferença.
Tuesday, March 31, 2009
voltei, finalmente, ao mundo da internet. uma semana (oito dias pra falar a verdade, mas quem está contando..... ?), sem poder ver emails (sério, muitaaa aflição....), ler atualizações de blogs, postar aqui..... os primeiros dias foram os piores, admito. internet é um vício e, como tal, vai perdendo a força quando nos mantemos alguns dias em abstinência (ainda mais quando forçada).
o motivo foi justo: trocamos o provedor aqui de casa e agora tenho uma velocidade teoricamente 10 vezes maior. isso porque não notei muita diferença não, mas acho que o problema é esse pc mesmo, que está meio lento em t-u-d-o, não só internet. mas ao menos agora posso voltar ao meu vício controlado-monitorado-pra-não-perder-tempo-demais-com-porcarias.
mas a vida anda tri bem! sabe aqueles dias que tu acordas sem nenhuma grande confiança nas suas possibilidades e quando vê acaba se divertindo um monte com coisas simples como papos com amigos e uma fila gigante no ru? (sim, isso pode ser divertido. ainda mais quando, nesta fila, você está com gente bacana, e, assim como muitos, está com seu guarda-chuva aberto por causa do sol de 345ºC............ é tudo uma questão de ponto de vista. e eu estava meio polianóide hj)
enfim, descobri que dormir duas horas numa noite não determina como vai ser o seu dia. pq a vida é uma coisa estranha mesmo
o motivo foi justo: trocamos o provedor aqui de casa e agora tenho uma velocidade teoricamente 10 vezes maior. isso porque não notei muita diferença não, mas acho que o problema é esse pc mesmo, que está meio lento em t-u-d-o, não só internet. mas ao menos agora posso voltar ao meu vício controlado-monitorado-pra-não-perder-tempo-demais-com-porcarias.
mas a vida anda tri bem! sabe aqueles dias que tu acordas sem nenhuma grande confiança nas suas possibilidades e quando vê acaba se divertindo um monte com coisas simples como papos com amigos e uma fila gigante no ru? (sim, isso pode ser divertido. ainda mais quando, nesta fila, você está com gente bacana, e, assim como muitos, está com seu guarda-chuva aberto por causa do sol de 345ºC............ é tudo uma questão de ponto de vista. e eu estava meio polianóide hj)
enfim, descobri que dormir duas horas numa noite não determina como vai ser o seu dia. pq a vida é uma coisa estranha mesmo
Thursday, March 19, 2009
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada. Ninguém perguntará coisa alguma, penso. Depois continuo a contar para mim mesmo, como se fosse ao mesmo tempo o velho que conta e a criança que escuta, sentado no colo de mim(...) " ღღ [Os dragões não conhecem o paraíso -Caio F. de Abreu] ღ
Lindo, lindo, lindo. E é mesmo isso que peço, todos os dias, todas as vezes que desligo o maldito-desgraçado despertador do celular, todas as vezes em ponhos os pés pra fora de casa pro começo de mais um dia, todas as vezes que estou à janela do metrô ou do ônibus, olhando pra fora, vendo o mundo passar....... que seja doce. Pra todos nós.
E os dias andam sim, doces e felizes. (Pra quem possa se preocupar com o bem estar da dona deste blog) =)
Lindo, lindo, lindo. E é mesmo isso que peço, todos os dias, todas as vezes que desligo o maldito-desgraçado despertador do celular, todas as vezes em ponhos os pés pra fora de casa pro começo de mais um dia, todas as vezes que estou à janela do metrô ou do ônibus, olhando pra fora, vendo o mundo passar....... que seja doce. Pra todos nós.
E os dias andam sim, doces e felizes. (Pra quem possa se preocupar com o bem estar da dona deste blog) =)
Monday, March 16, 2009
Já tinha prometido há uns dias que ia aparecer, mas andei na correria mesmo..... só hj, que sobrou um tempinho antes da 1 am (horário auto-estipulado por mim como limite da hora de estar na cama)......... O tempo rarefeito tem motivos: milhares de textos da facul (inclusive some in english) pra ler, apesar do semestre mal ter começado + cervejada na casa de amiga que voltou de ny na semana passada (pq sim, tenho mtos amigos chiques) = pouquíssimo tempo pra fazer nada (o que inclui entrar no blog) até mesmo no finde.
Mas as aulas vão muitooo bem, com umas cadeiras bem legais que estão me deixando tri animada, está sendo muito bom reencontrar os amigos depois das férias (isto inclui o sr, sr Marcelo...... e sim, o sr tbm é chique), os dias estão divertidos apesar de estarem começando tão cedo, estou tranquila e animada e bem feliz com o "começo" do ano. Pq não parece que 3 meses já se passaram desde a noite da virada..... mas costumam dizer que quando as coisas estão bem o tempo passa rápido, não? Bom sinal então ;)
Mas as aulas vão muitooo bem, com umas cadeiras bem legais que estão me deixando tri animada, está sendo muito bom reencontrar os amigos depois das férias (isto inclui o sr, sr Marcelo...... e sim, o sr tbm é chique), os dias estão divertidos apesar de estarem começando tão cedo, estou tranquila e animada e bem feliz com o "começo" do ano. Pq não parece que 3 meses já se passaram desde a noite da virada..... mas costumam dizer que quando as coisas estão bem o tempo passa rápido, não? Bom sinal então ;)
Thursday, March 12, 2009
Thursday, February 26, 2009
tem vezes sou forte e cabeçuda, mas em outras sou manteiga derretiddda até não poder mais..... de olhar filmes sobre cachorros com a família e chorar de tristeza por ter tanta gente ruim no mundo que não tem respeito nem por si, que dirá por um bichinho. derretida de fazer "óun" toda hora qnd o max do big brother aparece (sim, olho big brother tbm, atirem as pedras. ) derretida de quase chorar lendo "sayonara gangsters" emprestado pelo ilustríssimo amigo marcelo, na cena em que a "mindinho verde" morre, depois de sua família receber uma notificação logo cedo avisando o que aconteceria (sim, um livro e uma história pouquíssimo convencionais). derretida por, na hora fazer faxina no quarto, encontrar coisas que me fazem arrepiar o braço ou dar um sorriso absurdamente nostálgico, coisas que nem lembrava mais, mas q fizeram parte da minha vida e que de alguma forma fizeram parte de tudo que me tornou o que sou hj. derretida com amigos, com família, com gente querida e sincera, com sorrisos de gente desconhecida na rua, com filminhos de amor (e com o amor em si, apesar de todas as suas complicações...), com telefonemas e msgns inesperadas, com livro bom que me faz desligar da tomada por algumas horas. derretida com todos as "little joys*" que a vida oferece, e que me fazem entender cada vez um pouquinho melhor o "sentido" e a graça disso tudo.
*little joys: tem uma banda com esse nome (no caso little joy, com o cara dos strokes, o ex-los hermanos e uma menina), achei genial.
*little joys: tem uma banda com esse nome (no caso little joy, com o cara dos strokes, o ex-los hermanos e uma menina), achei genial.
Sunday, February 15, 2009
últimos dias estão indo bem. férias estão acabando e não posso negar que fico um pouco triste por isso...... adoooro as aulas, já tô com saudades da facul há um tempo, mas a correria que fico o ano todo acaba cansando às vezes.
amanhã já tenho que enviar minha requisição de matrícula, e tô aqui quebrando a cabeça pra decidir que cadeiras fazer...... pelo menos vou ter só UMA cadeira de linguística este semestre, abençoado seja...... as outras todas parecem ser intessantes, esse semestre está prometendo ser bem bom.... ;)
nos últimos tempos andei indo pra porto alegre: encontrar amigo querido, ir no cinema pra olhar filme novo (e comovente e de fazer pensar) do brad pitt, tirar milhares de fotos cômicas e impagáveis no meio da praça de alimentação - usando coroas de papelão do burger king - e provar roupas suuper "discretas" na renner, pra tirar mais um trilhão de fotos. passear e fazer compras com sister no liquida poa, tomar sorvete mais delícia do muuundo, viver os dias com a intensidade e a diversão e a leveza toda que eu gosto.
ah, quanto à tpm aguda do post ali debaixo? passou. algumas saudades e vontades não passam, mas aprendem a virar lembranças e ficarem quietinhas no seu canto, enquanto estou ocupada vivendo minha vida. e ela vai muito bem, e a tendência, devo dizer, parece ser melhorar.............
amanhã já tenho que enviar minha requisição de matrícula, e tô aqui quebrando a cabeça pra decidir que cadeiras fazer...... pelo menos vou ter só UMA cadeira de linguística este semestre, abençoado seja...... as outras todas parecem ser intessantes, esse semestre está prometendo ser bem bom.... ;)
nos últimos tempos andei indo pra porto alegre: encontrar amigo querido, ir no cinema pra olhar filme novo (e comovente e de fazer pensar) do brad pitt, tirar milhares de fotos cômicas e impagáveis no meio da praça de alimentação - usando coroas de papelão do burger king - e provar roupas suuper "discretas" na renner, pra tirar mais um trilhão de fotos. passear e fazer compras com sister no liquida poa, tomar sorvete mais delícia do muuundo, viver os dias com a intensidade e a diversão e a leveza toda que eu gosto.
ah, quanto à tpm aguda do post ali debaixo? passou. algumas saudades e vontades não passam, mas aprendem a virar lembranças e ficarem quietinhas no seu canto, enquanto estou ocupada vivendo minha vida. e ela vai muito bem, e a tendência, devo dizer, parece ser melhorar.............
Thursday, February 05, 2009
hj vai ser a primeira vez em nem sei quanto tempo que esse blog vai ver um post pseudo melancólico....... pq sim, estou meio bittersweet hj......... tive um dia ótimo, com notícias boas; com minha sister que estava bem doentinha - e me deixando preocupada, a madame - bem melhor, com fome e falando besteiras; com visita e papos com amiga de infância; com pão de mel e sucrilhos no jantar.
mas tem coisas que me dão umas beliscadinhas no peito, sabe? não chega a ser uma dor, porque só quem já passou por dores de verdade sabe que não é qualquer coisinha que pode ser nomeada assim, mas sou humana, e assim sendo tenho sentimentos e - junto com toda alegria e a paz que consegui fazer crescerem em mim - tenho apertos, tenho angústias. tenho saudades e umas poucas mágoas.
saudades de me perder num abraço e esquecer do resto, saudades de me sentir ali como se nada pudesse me fazer mal, saudades de alguém me entendendo como se estivesse tudo escrito na minha testa, quando ninguém mais conseguia. de alguém lendo minhas entrelinhas e sorrindo diante de cada nova descoberta. de alguém que - pra que eu sorrisse - soh precisava estar por perto, que me fazia gargalhar com milhares de piadas internas e toscas em que ninguém mais via graça.
algumas decepções que ainda fazem sentir como se alguém tivesse desligado todas as luzes, assim sem maiores avisos, e me deixado sozinha num enorme salão, sem olhar pra trás.
................
tpm gente, toda menina tem direito, não? acho que tudo que vive dentro da gente - por menor e mais escondidinho que seja - tem que ver a luz do dia de vez em quando. acho que é isso que faz com que as feridas sarem, mais cedo ou mais tarde, e que as beliscadinhas e as cócegas nos olhos fiquem cada vez mais perto de se tornarem meras lembranças, perdidas entre tantas outras.
mas tem coisas que me dão umas beliscadinhas no peito, sabe? não chega a ser uma dor, porque só quem já passou por dores de verdade sabe que não é qualquer coisinha que pode ser nomeada assim, mas sou humana, e assim sendo tenho sentimentos e - junto com toda alegria e a paz que consegui fazer crescerem em mim - tenho apertos, tenho angústias. tenho saudades e umas poucas mágoas.
saudades de me perder num abraço e esquecer do resto, saudades de me sentir ali como se nada pudesse me fazer mal, saudades de alguém me entendendo como se estivesse tudo escrito na minha testa, quando ninguém mais conseguia. de alguém lendo minhas entrelinhas e sorrindo diante de cada nova descoberta. de alguém que - pra que eu sorrisse - soh precisava estar por perto, que me fazia gargalhar com milhares de piadas internas e toscas em que ninguém mais via graça.
algumas decepções que ainda fazem sentir como se alguém tivesse desligado todas as luzes, assim sem maiores avisos, e me deixado sozinha num enorme salão, sem olhar pra trás.
................
tpm gente, toda menina tem direito, não? acho que tudo que vive dentro da gente - por menor e mais escondidinho que seja - tem que ver a luz do dia de vez em quando. acho que é isso que faz com que as feridas sarem, mais cedo ou mais tarde, e que as beliscadinhas e as cócegas nos olhos fiquem cada vez mais perto de se tornarem meras lembranças, perdidas entre tantas outras.
Thursday, January 15, 2009
amo sp, e sei que já estou ficando chata de tanto repetir isso, mas amo mesmo, e o blog é meu, e ponto.
a viagem pra lá foi ótima, e, se não fosse a saudades que eu tava do resto da família que estava aqui (papi, sister e dogs), queria ter ficado lá por muito mais tempo. clima suuuper ameno, com dias em que acordava com os termômetros marcando 15ºC – sim, passei frio e não cheguei nem perto das regatas que tinha posto na mala – cidade praticamente vazia se comparada aos níveis normais, avozinha querida que eu amo e que cada vez admiro mais, shoppings com l-i-q-u-i-d-a-ç-õ-e-s (sou consumista uma vez por ano, e agora tô falida), melhor sorvete de menta com chocolate que existe no mundo e só existe lá, conversas e risadas e histórias e fotos antigas em companhia de mami e vovó.
ela, a minha avó, é incrível: tem 86 anos, com uma pele incrível, uns olhinhos azuis acinzentados que chegam a dar inveja, com uma história de vida cheia de momentos difíceis e dramáticos que deixaram nela algumas cicatrizes de uma profundidade não alcançavel pelos olhos, mas que apesar delas consegue ser alguém que me causa admiração e amor profundos. é independente, tem opiniões próprias, é suuuper culta e não pára de ler um segundo, fala por horas e nunca lhe falta assunto, é feminista e dona de um humor irônico impagável.
todas as noites sentávamos pra ver a novela que ela gosta (a das 6 e pouco, negócio da china, uma das poucas coisas que realmeeente, nem de longe, condiz com o bom gosto dela), e ela gostou de a favorita, que é a que nós indicamos p ela, e viciou tbm: está olhando todas as noites, apesar do horário de ir pra cama dela normalmente ser em torno das 19h30. ela tem duas gatinhas lindas, uma branquinha com manchas de várias cores – izzie – e outra pretinha, a mais tímida – cindy. a izzie é muito engraçada: pulava no meu colo o tempo todo, miava quando eu falava com ela, não se importava quando eu tratava ela “como se trata cachorro” como disse minha avó ( leia-se puxar o rabo, dar tapinhas na barriga, puxar as banhinhas........ ).
2009 começou super bem. a virada foi super legal, a primeira boa em alguns anos, a champagne – apesar da desconfiança inicial por ter sido presente de fim de ano que tdos os funcionários da empresa da minha mãe ganharam – era tri boa (e não fazia meu nariz arder como costumam fazer as bebidas com gás), fiz, pela primeira vez na vida, simpatias pra ter um ano bom........... espero que dêem certo, e que 2009 seja doce, surpreendente e cheio de gente querida e dias nublados.
a viagem pra lá foi ótima, e, se não fosse a saudades que eu tava do resto da família que estava aqui (papi, sister e dogs), queria ter ficado lá por muito mais tempo. clima suuuper ameno, com dias em que acordava com os termômetros marcando 15ºC – sim, passei frio e não cheguei nem perto das regatas que tinha posto na mala – cidade praticamente vazia se comparada aos níveis normais, avozinha querida que eu amo e que cada vez admiro mais, shoppings com l-i-q-u-i-d-a-ç-õ-e-s (sou consumista uma vez por ano, e agora tô falida), melhor sorvete de menta com chocolate que existe no mundo e só existe lá, conversas e risadas e histórias e fotos antigas em companhia de mami e vovó.
ela, a minha avó, é incrível: tem 86 anos, com uma pele incrível, uns olhinhos azuis acinzentados que chegam a dar inveja, com uma história de vida cheia de momentos difíceis e dramáticos que deixaram nela algumas cicatrizes de uma profundidade não alcançavel pelos olhos, mas que apesar delas consegue ser alguém que me causa admiração e amor profundos. é independente, tem opiniões próprias, é suuuper culta e não pára de ler um segundo, fala por horas e nunca lhe falta assunto, é feminista e dona de um humor irônico impagável.
todas as noites sentávamos pra ver a novela que ela gosta (a das 6 e pouco, negócio da china, uma das poucas coisas que realmeeente, nem de longe, condiz com o bom gosto dela), e ela gostou de a favorita, que é a que nós indicamos p ela, e viciou tbm: está olhando todas as noites, apesar do horário de ir pra cama dela normalmente ser em torno das 19h30. ela tem duas gatinhas lindas, uma branquinha com manchas de várias cores – izzie – e outra pretinha, a mais tímida – cindy. a izzie é muito engraçada: pulava no meu colo o tempo todo, miava quando eu falava com ela, não se importava quando eu tratava ela “como se trata cachorro” como disse minha avó ( leia-se puxar o rabo, dar tapinhas na barriga, puxar as banhinhas........ ).
2009 começou super bem. a virada foi super legal, a primeira boa em alguns anos, a champagne – apesar da desconfiança inicial por ter sido presente de fim de ano que tdos os funcionários da empresa da minha mãe ganharam – era tri boa (e não fazia meu nariz arder como costumam fazer as bebidas com gás), fiz, pela primeira vez na vida, simpatias pra ter um ano bom........... espero que dêem certo, e que 2009 seja doce, surpreendente e cheio de gente querida e dias nublados.
Thursday, January 01, 2009
Monday, December 29, 2008
descobri hoje uma nova escritora. assim, ao acaso (e como eu gosto dele....), lendo um dos blogs que descobri nos últimos tempos, vi um texto que já amava, mas cuja autoria tinha sido atribuída à clarice (lispector). descobri que não foi clarice não, quem o tinha escrito. foi na verdade uma tal Marina Colasanti.
"googleei-a" na mesma hora. encontrei mais um texto incrível dela, que diz exatamente o que penso sobre diários, até sobre esse aqui, apesar de suas restrições. um diário nos conserva, nos reflete, assim como somos, não há como fingir completamente ao escrevermos. mesmo fingindo estamos deixando rastros nossos, mesmo escondendo não há fuga: um pouco de nós fica ali.
"googleei-a" na mesma hora. encontrei mais um texto incrível dela, que diz exatamente o que penso sobre diários, até sobre esse aqui, apesar de suas restrições. um diário nos conserva, nos reflete, assim como somos, não há como fingir completamente ao escrevermos. mesmo fingindo estamos deixando rastros nossos, mesmo escondendo não há fuga: um pouco de nós fica ali.
"Um diário é um amigo? Uma companhia? Também. Mas é sobretudo a duplicação da gente mesmo, espelho que não se apaga quando o rosto se retrai ou muda, álbum de retratos que conserva muito mais que um belo sorriso e a paisagem de fundo. Quieto, compreensivo, calmo, o diário está ali, aberto e limpo. Oferecendo seu espaço, no qual você vai desenhar a sua vida e ele apenas... receber. Ele não tem recriminações a fazer, ele não diz que a culpa é sua, ele não encosta dedos na ferida. Como uma cama, como um mar, ele recebe. Você escreve muito se a emoção é forte, vai e volta e repete e repisa o mesmo assunto. Ninguém conta seu tempo, ninguém conta suas páginas. Você pode escrever até a mão cansar, até a alma aliviar. Você pode escrever e escrever e escrever. Ele aceita. E quando não quiser escrever mais, é só fechar e guardar o diário que ele mais nada exigirá. Não me diga que não tem o que contar. Você é o centro do seu universo, nada é mais importante do que aquilo que lhe diz respeito. Isso é que faz o encanto do diário. Se fosse usado apenas para registrar a queda do governo ou a evolução dos projetos orbitais, seria desnecessário, porque para isso já existe a imprensa, os arquivos, os registros da memória nacional. O diário serve justamente para conservar o pequeno acidente humano e individual, sua discussão com um amigo, o namoro lancinante, a dúvida sobre a roupa para usar naquela festa... O diário serve para conservar você."
(Marina Colasanti)
tenho um diário que comprei quando tinha uns 11 anos - sim, faz tempo - com cadeado (porque o maior medo de uma menina é que alguém leia seu diário e a pegue assim tão...... desarmada.... ), florezinhas na capa, páginas escritas com caneta colorida. todos os meus problemas eram os maiores, todas as minhas dúvidas eram irrespondíveis, tudo era tão maior do que eu, uma menininha ainda, afinal. e quando leio aquilo tudo hj (e faz um tempo que não o faço, mas agora deu vontade), lembro um pouco do que fui, do que senti, e entendo um pouco melhor o que sou hj. entendo melhor esse encanto que insisto em ver em quase tudo, já que nem sempre a vida foi assim gentil comigo. sei que tudo que vivemos, sendo bom ou ruim, lindo ou péssimo, acaba nos tornando o que somos. e é bom ver que já não me sinto assim tão ínfima diante da imensidão do mundo. tenho consciência da minha importância "restrita", mas agora sei que o mundo também eh um pouquinho meu.......
Thursday, December 25, 2008
and so it is christmas..............
(*pra ler ouvindo esse vídeo)
últimos dias foram lindos, deliciosos, como deveriam ser todos em fim de ano. praia, sol, vento, lagoa de água doce (sim, praia de água doce, linda.), passeios, sonecas, conversas, família, jantinhas e cafés da manhã, caminhadas sem fim na areia, casinha minúscula mas mega fofa e aconchegante, natal lindo – o primeiro sem melancolia em sabe Deus quantos anos – com jantinha delícia e presentes de alegrar o coração e demonstrar o carinho que transborda.
Natal de pensar em como sou sortuda por tudo que tenho, por todos que gosto e que me gostam também, pela vida que levo, pelas decisões – mesmo as erradas – que tomei, pelos acertos, pelo crescimento, pelas conquistas, pelo meu cotidiano que está longe de ser enfadonho ou enjoado, por tudo que me cerca e que me faz tão feliz.
Natal, porém, de pensar também n’aqueles que têm nada ou muito pouco disso, que sonham com uma noite feliz que nunca chega. Rezar por eles, torcer por eles, desejar do fundo do coração que a vida comece a tratá-los um pouco melhor, porque dói ver gente inocente sofrendo, e muito. Tentar fazer a minha parte, o pouco que está ao meu alcance, sabendo que são os pequenos gestos que operam grandes mudanças. Meu mundo anda muito bem, mas estou cansada de saber que não é todo ele que é cor de rosa assim........ e torço pra que isso mude
Desejo a vcs que sejam felizes, que tenham a alma em paz porém nunca quieta, que tenham vontade de viver os dias em plenitude, que seus olhos brilhem nesta noite e em todas as outras, porque a vida não é feita só de feriados ou grandes datas. É feita da soma de todos os dias que vivemos, com o toque especial que cabe a cada um de nós dar a ela.
últimos dias foram lindos, deliciosos, como deveriam ser todos em fim de ano. praia, sol, vento, lagoa de água doce (sim, praia de água doce, linda.), passeios, sonecas, conversas, família, jantinhas e cafés da manhã, caminhadas sem fim na areia, casinha minúscula mas mega fofa e aconchegante, natal lindo – o primeiro sem melancolia em sabe Deus quantos anos – com jantinha delícia e presentes de alegrar o coração e demonstrar o carinho que transborda.
Natal de pensar em como sou sortuda por tudo que tenho, por todos que gosto e que me gostam também, pela vida que levo, pelas decisões – mesmo as erradas – que tomei, pelos acertos, pelo crescimento, pelas conquistas, pelo meu cotidiano que está longe de ser enfadonho ou enjoado, por tudo que me cerca e que me faz tão feliz.
Natal, porém, de pensar também n’aqueles que têm nada ou muito pouco disso, que sonham com uma noite feliz que nunca chega. Rezar por eles, torcer por eles, desejar do fundo do coração que a vida comece a tratá-los um pouco melhor, porque dói ver gente inocente sofrendo, e muito. Tentar fazer a minha parte, o pouco que está ao meu alcance, sabendo que são os pequenos gestos que operam grandes mudanças. Meu mundo anda muito bem, mas estou cansada de saber que não é todo ele que é cor de rosa assim........ e torço pra que isso mude
Desejo a vcs que sejam felizes, que tenham a alma em paz porém nunca quieta, que tenham vontade de viver os dias em plenitude, que seus olhos brilhem nesta noite e em todas as outras, porque a vida não é feita só de feriados ou grandes datas. É feita da soma de todos os dias que vivemos, com o toque especial que cabe a cada um de nós dar a ela.
Thursday, December 18, 2008
os últimos dias têm sido uma correria, apesar das férias. fim de ano, neh? natal se aproximando, presentes a comprar, coisas a planejar, vontade de fazer tudo ficar bem perto do perfeito, curiosidade e alegria antecipada pelo sorriso que sei que vou ver no rosto dos que amo ao abrirem o que escolhi, com tanto cuidado, pra eles. soh pra eles. porque cada coisa que compro tem a ver com o destinatário, com algum momento que passamos juntos, alguma conversa que tivemos, algum comentário feito do qual o outro nem se lembra mais....... gosto que se reconheçam nos presentes que dou. eh essa a grande graça.
rosicléia justina. é esse o nome da nova prefeita do mini mundo em gramado. adorei.
ontem li uma frase linda no jornal. foi naquele caderno de cultura do zero hora, na capa, a resenha do último livro do philip roth. não li muito dele ainda, mas o cara parece ser mesmo muito bom. esse livro é sobre a escrita, o ofício da escrita. nada mais lindo que isso. vários escritores ótimos dão entrevistas super interessantes pra ele, das quais alguns trechos foram publicados junto aos comentários críticos. o que mais gostei, que mais me chamou atenção, foi um trecho da entrevista com edna o'brien - ainda não li, confesso...... dah medo de não ter tempo de ler tudo que quero na vida....... :/ - onde ela diz que o preço que se paga por ser escritor é viver atormentado pelo passado, já que, mesmo sabendo estarmos fadados ao fracasso, tentamos reinventá-lo de modo a modificar as coisas. "os médicos, os advogados e muitos outros cidadãos sólidos (genial essa denominação) podem até ser tão atormentados quanto eu ou você, só que não sabem disso. eles não vivem escavando. " de arrepiar. porque é isso que faço, que fiz minha vida inteira, que repito infinita e ininterruptamente: cavoco dentro de mim, mergulho, procuro, arranco as casquinhas, tento abrir as portas que meu subconsciente fechou à chave (e não são poucas). sinto como se estivesse escrevendo um livro sem fim, me sinto muitas vezes dentro de uma história de ficção. sabe quando estamos vendo um filme e a câmera foca o rosto do protagonista e vai afastando, até que ele fique bem pequenininho, soh mais um risquinho colorido no meio da paisagem? assim me sinto às vezes. e sei que sou mesmo, protagonista da minha própria história, soh falta agora descobrir e escrever o que ainda vem pela frente.......
rosicléia justina. é esse o nome da nova prefeita do mini mundo em gramado. adorei.
ontem li uma frase linda no jornal. foi naquele caderno de cultura do zero hora, na capa, a resenha do último livro do philip roth. não li muito dele ainda, mas o cara parece ser mesmo muito bom. esse livro é sobre a escrita, o ofício da escrita. nada mais lindo que isso. vários escritores ótimos dão entrevistas super interessantes pra ele, das quais alguns trechos foram publicados junto aos comentários críticos. o que mais gostei, que mais me chamou atenção, foi um trecho da entrevista com edna o'brien - ainda não li, confesso...... dah medo de não ter tempo de ler tudo que quero na vida....... :/ - onde ela diz que o preço que se paga por ser escritor é viver atormentado pelo passado, já que, mesmo sabendo estarmos fadados ao fracasso, tentamos reinventá-lo de modo a modificar as coisas. "os médicos, os advogados e muitos outros cidadãos sólidos (genial essa denominação) podem até ser tão atormentados quanto eu ou você, só que não sabem disso. eles não vivem escavando. " de arrepiar. porque é isso que faço, que fiz minha vida inteira, que repito infinita e ininterruptamente: cavoco dentro de mim, mergulho, procuro, arranco as casquinhas, tento abrir as portas que meu subconsciente fechou à chave (e não são poucas). sinto como se estivesse escrevendo um livro sem fim, me sinto muitas vezes dentro de uma história de ficção. sabe quando estamos vendo um filme e a câmera foca o rosto do protagonista e vai afastando, até que ele fique bem pequenininho, soh mais um risquinho colorido no meio da paisagem? assim me sinto às vezes. e sei que sou mesmo, protagonista da minha própria história, soh falta agora descobrir e escrever o que ainda vem pela frente.......
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